Baile Colombiano na Ilha!

Em tarde de Reinaldo Lenis, Sport quebra a invencibilidade do Náutico e vence o segundo clássico seguido. O Leão da Ilha não perde há seis jogos.

Mais um clássico, mais uma vitória do Sport. Já é o segundo nessa sequência de quatro jogos contra os rivais do estado. A equipe comandada por Paulo Roberto Falcão foi melhor do início ao fim da partida. Com destaque para o colombiano Reinaldo Lenis, que marcou um belo gol e ainda deu passe para o  menino Fábio, cria das categorias de base do rubro-negro, dar números finais ao “Clássico dos Clássicos”.

O Náutico vinha embalado. Além do mais eram quatro vitórias em quatro jogos e nenhum gol sequer sofrido. Diferente do Sport que já havia tropeçado por duas vezes na competição. Se não bastasse a boa fase vivida pelo Timbu, o rubro-negro teve dois desfalques importantes antes da partida. O atacante titular Túlio de Melo e o meia recém contratado Gabriel Xavier.

Por um momento, as ausências deixaram os torcedores do Sport preocupados, mas logo elas nem seriam sentidas. Reinaldo Lenis fez com que a torcida esquecesse dos lesionados e admirasse o futebol do colombiano. Veloz, driblador, inteligente e hoje mostrou mais uma de suas qualidades, a finalização.

Foi num chute de fora da área do camisa sete que o Leão abriu o placar. Só dava Sport no jogo, que depois de marcar conseguiu jogar mais solto e continuar mandando na partida. O Segundo gol só saiu na segunda etapa. Após um bombardeio contra a meta defendido por Júlio Cesar, a bola sobrou pra Lenis, que deu um lindo drible em Ronaldo Alves e só rolou para o chute de Fabinho. Outro belo gol do Sport.

A passividade do Náutico chamou a atenção negativamente. Mas nada como os gestos racistas praticados por torcedores sem educação na arquibancada. Ano após ano, cenas lamentáveis como essas se repetem ao redor do mundo. E a indignação da maioria mostra como isso é totalmente abominável. O Futebol é um esporte que une, e não tem (nem nunca teve) espaço para isso no espetáculo. Diga não ao Racismo!

 

 

Por: Gabriel Gouveia.

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